
O que é Geografia ?
Geografia é um termo que surgiu na Grécia Antiga
Geo + graphein
Terra Escrita
Ou seja, nessa época a Geografia limitava-se a descrever superfície da Terra. Hoje em dia a Geografia, descreve, localiza explica os fenômenos que acontecem na superfície terrestre. Esses fenômenos podem ser naturais ou humanos. O resultado desse trabalho é a produção de mapas e a realização de estudos e pesquisas sobre relevo, solo, geologia, fauna, flora, meio ambiente etc.
Divisão da Geografia
Geografia Física – estuda os fenômenos do meio físico como relevo, atmosfera, clima, vegetação, as águas oceânicas e continentais.
Geografia Humana – estuda os grupos humanos, população, uso da terra etc.
Biogeografia ou Geografia Biológica – estuda a vida vegetal e animal, nas suas relações com o meio ambiente.
Organização do Espaço Geográfico Brasileiro:
· A Identidade Brasileira;
· A Geografia das cidades no Brasil;
· A construção e a formação do território brasileiro;
· Transformações de Paisagens;
· Comparação territorial do Brasil com outros países;
Análise do desenvolvimento brasileiro;
· As diversas formas de regionalização do Brasil;
· Origens culturais (indígenas, portuguesas, africanas);


"Quando agredida, a natureza não se defende. Apenas se vinga."
(Albert Einstein)


(Mahatma Gandhi)
TURMA C
TURMA D


2º Bimestre
*Análise de gráficos e tabelas sobre questões relevantes para a realidade brasileira;
Setores da economia do Brasil;
*O processo de industrialização e modernização dos meios de produção e as desigualdades sociais;
*Problemas sócioeconômicos brasileiros oriundos do crescimento urbano desordenado.
Relações no Espaço Geográfico
A idéia é conhecer a realidade que o cerca, entender as dinâmicas de como se produz as relações no espaço geográfico. Analisar o crescimento econômico enquanto idéia de quantidade e a sua relação com o desenvolvimento ligado à idéia de qualidade, bem-estar é a questão central do presente trabalho. É o desenvolvimento das populações, através da evolução do Índice de Desenvolvimento Humano-IDH numa perspectiva de vinculação com o avanço industrial como principal agente do crescimento econômico. Assim, o objetivo é analisar as relações entre o investimento produtivo e a melhoria das condições de vida das populações, observadas pelo IDH. O enfoque adotado é o de que desenvolvimento dos povos esteve sempre vinculado ao crescimento econômico. Assim, conforme a economia apresenta avanços, também a população sente e vivencia uma melhora em suas condições de vida.
Palavras-chaves:
Desenvolvimento.
Industrialização.
Crescimento econômico.
Bem-estar social.
Qualidade de vida.
Formas de crescimento
O crescimento econômico, quando medido apenas pelo PIB, pode ser muito desigual de um país para outro.
Isso porque taxas de crescimento iguais de PIB escondem grandes variações na melhoria do bem estar das pessoas e do seu IDH (que é um método padronizado de avaliação e medida do bem-estar de uma população). Para citar um exemplo, Sri Lanka, Trindad e Uruguai, que tiveram o mesmo declínio na taxa de mortalidade infantil, tiveram crescimentos - medidos pelo PIB - completamente diferentes. Certos tipos de crescimento, que poderíamos chamar de predatórios, podem levar à degradação ambiental e dos recursos naturais de alguns países, como a Indonésia, a Nigéria e a Rússia e a China, o que por sua vez pode afetar as perspectivas de crescimento futuro. O crescimento é um dos fatores fundamentais na redução da pobreza e na melhora do IDH, mas seu impacto sobre a pobreza pode variar enormemente. O caso do milagre brasileiro, durante a ditadura militar, é sempre citado como uma década em que o país obteve índices recordes de crescimento de seu PIB, sem que isso tivesse contribuído significativamente para diminuir sua desigualdade econômica. Perguntado sobre o porquê de existirem tantas diferenças no crescimento entre países, disse Vinod Thomas, o novo Diretor do Banco Mundial para o Brasil (2005):
A razão fundamental é a desigualdade de renda, que reduz o impacto de qualquer crescimento sobre a pobreza. As ações que diminuem a desigualdade não só aumentam o crescimento, como melhoram o seu impacto sobre a pobreza. Um maior acesso à educação e um ensino de melhor qualidade são fatores determinantes na qualidade do crescimento de um país...Outro importante fator que afeta a distribuição da renda são as transferências públicas de recursos – através de programas como a previdência social e outros. Políticas que aumentem o efeito equalizador dessas transferências -- tais como mudanças na alocação de recursos visando transferências direcionadas aos mais necessitados -- contribuem para reduzir gradualmente a desigualdade da renda.
A desigualdade social é um dos maiores e mais evidentes problemas das grandes cidades atualmente, principalmente em países em desenvolvimento e subdesenvolvidos. Na fotografia, a favela de Paraisópolis e edifícios de alto padrão, em São Paulo, convivem lado a lado.
Atualmente vivemos com um grande problema que aborda o mundo inteiro, a desigualdade, as rendas estão mal distribuídas, não é correto algumas pessoas denominadas milionários, bilionários ganharem milhões em somente um mês, e pessoas passando fome na rua, sem aonde dormir, expostas a violência morando debaixo duma ponte, isso não é justo, isso não é vida! ninguém é melhor que ninguém, mas não é assim que a maioria das pessoas ricas pensam, pois elas são arrogantes, se acham superiores, melhores em relação aos outros porque tem um grande poder aquisitivo, mas isso não existe, todo mundo é igual, a pior pobreza que existe não é a falta de dinheiro não, e sim a pessoa pobre de espírito,esse sim é o maior dos coitados, não adianta ter dinheiro e ser pobre de espírito, os ricos vivem num mundo que não existe, repleto de fantasias, de futilidades, não tem cabimento gastarem 12,000 mil reais numa calça enquanto alguns não tem dinheiro nem para comer, morando na rua, isso é falta de amor, solidariedade, essas pessoas não tem compaixão, não estão nem ai com o próximo, com os problemas sociais pelos quais o mundo passa , são egoístas, não enxergam um palmo na frente do nariz, são elas e o dinheiro só isso, formam um ciclo vicioso! mas ninguém é melhor que ninguém não, rico, pobre, preto, branco todos vamos morrer e não vamos levar nada, e vamos apodrecer debaixo da terra, a pior coisa que existe é a arrogância e falta de humildade, se o mundo não tivesse tanto disso provavelmente estaríamos numa situação melhor, onde seria de igual pra igual!
A diferença entre países ricos e pobres aumentou a partir dos anos 90, com um grupo representando 14% da população mundial dominando 50% do comércio mundial.
As estimativas sempre mostram que os ricos cada vez ficam mais ricos e os pobres mais pobres.
Populações de países com um PIB consideravelmente alto vivem na miséria por causa de um repasse que nunca chega a eles.
Se a renda per capta fosse uma coisa real, não teríamos tanta miséria, trabalho infantil, prostituição, por que o que gera tudo isso é a necessidade, isso não passa de números que nunca favorecem os menos providos. Outro fator pode ser considerado, o preconceito com classe social, enquanto houver nada vai mudar.
Isso está na forma de pensar dessas pessoas, quanto mais tenho mais quero. Isso só não é maior porque existem pessoas, ONGS que ajudam essas pessoas menos privilegiadas.
Pobres mais pobres
Indicadores nacionais e internacionais atestam as disparidades. O Brasil subiu uma posição no ranking das maiores economias do mundo em 2006, de acordo com levantamento divulgado em 17 de junho de 2007 pelo Banco Mundial (Bird), e chegou à 14ª posição. A lista foi elaborada com base no Produto Interno Bruto (PIB) - soma de todas as riquezas produzidas em um ano - de cada país, convertido em dólares. No entanto, esse mesmo Brasil é também um dos países onde mais ocorre a concentração de renda. O resultado disso é que os pobres estão cada vez mais pobres e os ricos cada vez mais ricos.
Com essa realidade, o país acaba em condição semelhante à dos países mais pobres do mundo, onde a disparidade entre ricos e pobres é marcada exatamente pela injustiça social e pelo abuso dos governantes. A concentração de riqueza no Brasil é tão cruel que agrada os ricos e ao mesmo tempo esmaga os pobres, tanto em períodos de expansão como de retração econômica.
Desemprego e desigualdade

Como exemplo dessa situação de disparidades, basta ver como muitos trabalhadores passaram da economia formal para o mercado informal e como aumenta o desamparo social, o trabalho precário e o desemprego. Exemplos não faltam.
O aumento do desemprego e a contenção de salários têm sido os mais eficientes alimentadores das desigualdades dos dois "Brasis". Se por um lado existe o Brasil que ostenta primeiros lugares em indicadores econômicos, por outro o país desponta com suas mazelas sociais: milhões de brasileiros passam fome e o salário mínimo é um dos mais baixos do mundo.
Educação e desenvolvimento
O desenvolvimento de um país está diretamente relacionado com seu investimento em educação. Nesse aspecto, o Brasil está entre os países com maior número de analfabetos, além de contar com milhões de crianças entre sete e 14 anos fora da escola e sem grandes perspectivas de que terão alguma escolaridade até a idade adulta.
A situação econômica interfere negativamente na escolaridade e na qualidade de ensino. Muitas crianças matriculadas na primeira série do ensino fundamental abandonam a escola antes do final do ano. Outras deixam a escola para trabalhar e complementar a renda familiar.
Enfrentar disparidades
O país que ocupa lugar de destaque na produção mundial de grãos, cereais, açúcar, café, laranja, rebanho bovino, entre outros, ao mesmo tempo apresenta índice alarmante de mortalidade infantil. Milhares de crianças morrem de fome todos os anos nesse país de belos indicadores econômicos.
Esses fatos mostram o quanto o Brasil econômico caminha distante do Brasil social. Enfrentar as disparidades e acabar com as desigualdades são desafios antigos que precisam ser vencidos. A desconcentração de renda pode se tornar um elemento dinamizador da economia e, conseqüentemente, a esperança de um futuro melhor para muitos brasileiros. Afinal, quanto maior a distância entre as classes sociais, maior a pobreza geral da sociedade.
Planejamento familiar é arma contra a violência
Os episódios provocados pelo PCC levaram políticos a simplificar a explicação das causas da violência e do crime organizado --e, como não poderia ser diferente, as providências sugeridas também vieram simplificadas.
São múltiplas causas e, dependendo do caso, algumas delas têm maior ou menor peso, assim como os enfrentamentos exigem vários tipos de ações. Uma dessas ações, que ninguém está comentando, é o planejamento familiar.
Reduzir o número de filhos por adolescentes ou adolescentes pobres não é, claro, um eixo central de prevenção contra a marginalidade. Mas se nascerem menos crianças indesejadas pelos pais em famílias desajustadas, menor a quantidade de seres rejeitados, ressentidos e agressivos. Não há dúvida de que violência e negligência domésticas produzem seres com tendência à marginalidade.
Não deve ser pouca gente que se encontra nesse risco, considerando que cerca de 900 mil adolescentes têm filho anualmente; a imensa maioria dessas mães são pobres, com baixa escolaridade e terão, com a maternidade. ainda mais dificuldades de boa colocação no mercado de trabalho.
Educar os jovens para a responsabilidade da paternidade e maternidade (e ajudá-los a tomar precauções) é uma entre as dezenas de medidas que reduziriam o risco de delinqüência.
Economia do Brasil e do mundo

6ª A
6ª D
2. Fluxos de comunicação e transporte
3. Comércio Exterior Brasileiro
O estudo da população é fundamental para podermos verificar a realidade quantitativa e qualitativa da mesma. Para governantes em especial, é de fundamental importância pois, permite traçar planos e estratégias de atuação, além de poder desenvolver um planejamento de interesse social.
A população deve ser entendida como um recurso na medida em que representa mão de obra para o mercado de trabalho, soldados para a defesa nacional, dentre outras coisas.
O ramo do conhecimento que estuda a população chama-se Demografia, portanto o profissional da área é o demógrafo.
CONCEITOS DEMOGRÁFICOS
Alguns conceitos demográficos são fundamentais para a análise da população, abaixo iremos elencar alguns:
População absoluta: corresponde a população total de um determinado local.
Quando um local tem uma população absoluta numerosa, dizemos que ele é populoso.
O Brasil está entre os países mais populosos do mundo com uma população superior a 170 milhões de habitantes.
Densidade demográfica ou população relativa: corresponde a média de habitantes por quilômetros quadrados. Podemos obtê-la através da divisão da população absoluta pela área.
Quando a população relativa de um local é numerosa dizemos que esse local é muito povoado.
Apesar da enorme população absoluta, a densidade demográfica do Brasil é baixa não ultrapassando 20 habitantes por quilômetro quadrado.
Superpovoamento: corresponde a um descompasso entre as condições sócio-econômicas da população e à área ocupada. Isso quer dizer que, superpovoamento não depende apenas da densidade demográfica, mas principalmente das condições de vida da população. Alguns países com grande densidade demográfica podem não ser considerados superpovoados, enquanto outros com densidade baixa assim o podem ser classificados.
Recenseamento ou censo: corresponde á coleta periódica de dados estatísticos dos habitantes de um determinado local.
No Brasil os recenseamentos são feitos de 10 em 10 anos, o último foi feito em 2002, pelo IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), órgão estatal. Sua página na Internet é www.ibge.gov.br.
Taxa de natalidade: corresponde a relação entre o número de nascimentos ocorridos em um ano e a população absoluta, o resultado em geral é expresso por mil.
N.º de nascimentos X 1000 = taxa de natalidade e População absoluta
A natalidade é ligada a vários fatores como por exemplo qualidade de vida da população, ou ao fato de ser uma população rural ou urbana.
As taxas de natalidade no Brasil caíram muito nos últimos anos, isso se deve em especial ao processo de urbanização que gerou transformações de ordem sócio-econômicas e culturais na população brasileira.
Taxa de mortalidade: corresponde a relação entre o número de óbitos ocorridos em um ano e a população absoluta, o resultado é expresso por mil.
N.º de óbitos X 1000 = taxa de mortalidade
População absoluta
Assim como a natalidade, a mortalidade está ligada em especial a qualidade de vida da população analisada.
No Brasil, assim como a natalidade a mortalidade caiu, especialmente a partir do processo de industrialização, que trouxe melhorias na assistência médica e sanitária à população, além da urbanização acentuada.
Crescimento vegetativo ou natural: corresponde a diferença entre a taxa de natalidade e a taxa de mortalidade.
C.V. = natalidade - mortalidade.
O crescimento vegetativo corresponde a única forma possível de crescimento ou redução da população mundial, quando analisamos o crescimento de áreas específicas temos que levar em consideração também as migrações.
O crescimento vegetativo brasileiro encontra-se em processo de diminuição, mas já foi muito acentuado, em especial nas décadas de 50 à 70, em virtude especialmente da industrialização.
Taxa de fecundidade: corresponde a média de filhos por mulher na idade de reprodução. Essa idade se inicia aos 15 anos, o que faz com que em países como o Brasil, onde é comum meninas abaixo dessa idade terem filhos, ela possa ficar um pouco distorcida.
Na década de 70 a taxa de fecundidade no Brasil era de 5,8 filhos por mulher, em 1999 esse número caiu para 2,3. Isso reflete a mudança que vem ocorrendo no Brasil em especial com a urbanização e com a entrada da mulher no mercado de trabalho, que tem contribuído com a redução significativa da taxa de natalidade e por conseqüência da taxa de fecundidade.
Taxa de mortalidade infantil: corresponde ao número de crianças de 0 à 1 ano que morrem para cada grupo de mil nascidas vivas.
No Brasil vem ocorrendo uma redução gradativa dessa taxa, apesar de ela ainda ser muito elevada se comparada a países desenvolvidos, em 1999 ela era de 34,6 por mil ou 3,46%.
As regiões brasileiras apresentam realidades diferentes, o Nordeste apresenta as maiores taxas de mortalidade infantil, sendo em 1999 de 53 por mil ou 5,3%, ou seja acima da média nacional.
Expectativa de vida: corresponde a quantidade de anos que vive em média a população.
Este é um indicador muito utilizado para se verificar o nível de desenvolvimento dos países.
No Brasil a expectativa de vida nas últimas décadas tem se ampliado, em 1999 as mulheres viviam em média 72,3 anos, enquanto os homens 64,6 anos, esse aumento na expectativa também se deve a melhorias na qualidade médico sanitária da população em virtude do processo de urbanização.
CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO
Segundo a teoria da transição demográfica, o crescimento populacional se daria em fases, o período anterior a transição ou pré-transicional, conhecido como regime demográfico tradicional, seria aquele no qual as taxas de natalidade e mortalidade seriam elevadas, fazendo com que o crescimento vegetativo fosse pequeno. A grande ruptura com esse período começa a se dar nos países desenvolvidos com a Revolução industrial, já nos subdesenvolvidos isso ocorre apenas em meados do século XX. O período posterior a transição ou pós-transicional, chamado de regime demográfico moderno, se daria quando as taxas de natalidade e mortalidade baixassem. Devido ao fato de que as taxas de mortalidade caem primeiro que as de natalidade, durante a transição viveria-se um período de intenso crescimento populacional, chamado de explosão demográfica, processo pelo qual passam ainda hoje vários países subdesenvolvidos.
O Brasil já superou a fase de explosão e começa a entrar na fase de estabilização da população, o que faz com que comece a haver um maior equilíbrio na pirâmide etária do país.
ESTRUTURA DA POPULAÇÃO
1- Estrutura ocupacional
Com base na estrutura ocupacional a população de um país pode ser dividida em dois grupos:
a) População economicamente ativa (PEA): corresponde as pessoas que trabalham em um dos setores formais da economia ou que estão a procura de emprego. Subdividi-se em, desempregados e população ocupada.
b) População economicamente inativa (PEI) ou população não economicamente ativa (PNEA): corresponde a parcela da população que não está empregada como crianças, velhos, deficientes, estudantes, etc., ou que não exercem atividades remuneradas como donas de casa. Esse camada da sociedade demanda grandes investimentos sociais, e é bancada pela população ativa.
1.1- Desemprego e subemprego:
Hoje o maior problema enfrentado pela maioria dos países do mundo é o desemprego, ele é uma realidade não apenas em países subdesenvolvidos mas também, em países altamente desenvolvidos como a Alemanha.
O desemprego se divide em dois tipos fundamentais:
a) Desemprego conjuntural: que é aquele que está ligado a conjunturas de crise econômica, nas quais a oferta de empregos e os postos ocupados diminuem.
b) Desemprego estrutural ou tecnológico: que está ligado a estrutura produtiva, e aos avanços tecnológicos introduzidos na produção, em substituição da mão de obra humana, como o que é gerado pela robótica.
Além do desemprego, é comum hoje a existência dos chamados subempregos, onde o trabalhador além de trabalhar na maioria das vezes em condições precárias, ganha baixíssimos salários e não tem nenhuma garantia legal. Esse tipo de atividade é muito comum hoje em países subdesenvolvidos como o Brasil, onde o número de subempregados é enorme, e grande parte da população depende do trabalho dessas pessoas.
1.2- Trabalho infantil
Além do fato de a juventude ser a maior afetada com o desemprego, existe nos países subdesenvolvidos o problema do trabalho infantil, o qual é gerado por sérios problemas econômicos e sociais enfrentados por esses países, onde crianças precisam trabalhar para ajudar na renda familiar. Muitas vezes as condições de trabalho que se encontram essas crianças é de completa insalubridade. Além disso outros problemas como o abandono dos estudos são gerados em virtude desse tipo de atividade.
No Brasil o número de criança que trabalham é muito grande, isso se deve em especial, pelo fato de grande parte dos chefes de famílias brasileiros, não terem condições de arcar sozinhos com os gastos familiares, o que faz com que milhares de crianças tenham que trabalhar. É muito comum também no Brasil, os adultos se aproveitarem das crianças, fazendo com que elas trabalhem enquanto o próprio adulto não busca o que fazer.
1.3- Setores da economia
A economia dos países se divide em 3 setores chamados de formais, pois, contribuem com a arrecadação de impostos, assinam carteira, dentre outras formalidades legais.
São eles os seguintes:
a) Setor primário: que envolve em geral atividades ligadas ao meio rural, como, a agricultura, pecuária, extrativismo vegetal e a pesca.
b) Setor secundário: que envolve as atividades industriais.
c) Setor terciário: que envolve as atividades do comércio, prestação de serviços, funcionalismo público, etc.
È importante ressaltar que o espaço onde se desenvolvem essas atividades não é rígido, ou seja, podemos ter atividades primárias no espaço urbano, como o que ocorre com os cinturões verdes, ou atividades secundárias no espaço rural, como o que ocorre na agroindústria.
Hoje em dia em virtude do grande avanço tecnológico, alguns autores passam a trabalhar com a idéia de um setor quaternário, onde se desenvolveriam as atividades de pesquisa de ponta, envolvendo universidades, centros de pesquisas, etc., esse setor surge em função da Revolução Tecnocientífica em andamento.
No Brasil, e em outros países subdesenvolvidos, se dá a chamada hipertrofia (inchaço) do setor terciário, que por sua vez tem gerado a proliferação de atividades informais.
Esse processo decorre do intenso êxodo rural que gera um inchaço no setor terciário urbano, na medida em que a indústria atual utiliza cada vez menos mão de obra. Fazendo com que muitas pessoas especialmente nos grandes centros do país, tenham que depender de atividades informais, os chamados subempregos, além do que contribui com o aumento da criminalidade, na medida em que muitos trabalhadores passam a desenvolver atividades à margem da lei para poder sustentar suas famílias.
1.4- A participação da mulher no mercado de trabalho.
Apesar de crescente, a participação das mulheres no mercado de trabalho não tem significado ainda melhorias das condições de vida, pelo contrário, pesquisas mostram que com o aumento de lares liderados por mulheres, houve uma redução na renda familiar. Isso se deve ao fato de as mulheres em média ganharem salários mais baixos que os homens para desempenharem as mesmas funções. As causas que estão por trás deste fato são por exemplo:
- a herança patriarcal de nossa sociedade;
- o machismo ainda muito forte e presente no nosso dia-a-dia;
- a desvalorização do trabalho doméstico;
- o preconceito que coloca a mulher como sexo frágil.
Além dos menores salários, do preconceito, do machismo, etc., as mulheres ainda tem que enfrentar as jornadas duplas ( trabalho e casa ) ou triplas ( casa, trabalho e estudos ). Também é a mulher a maior vítima da violência doméstica, em geral praticada por maridos violentos. Mesmo com todas essas dificuldades, as mulheres vem avançando em seus direitos e conseguindo espaços cada vez maiores na nossa sociedade, como por exemplo o fato de a maioria dos universitários brasileiros serem mulheres.
PIRÂMIDE ETÁRIA
Gráfico populacional que leva em consideração a estrutura sexual da população ( homens e mulheres ) e as faixas etárias - 0 à 19 anos jovens, 20 à 59 adultos, e 60 ou + anos idosos.
A estrutura da pirâmide é a seguinte:
- Base: corresponde aos jovens.
- Meio: corresponde aos adultos.
- Topo ou ápice: corresponde aos idosos.
A análise das pirâmides nos permite verificar a situação de desenvolvimento ou subdesenvolvimento dos países.
Exemplo: uma pirâmide de base larga, indica grande crescimento vegetativo; o topo estreito, indica baixa expectativa de vida, o que nos faz concluir que essa seja de um país subdesenvolvido. Por outro lado, uma base mais estreita, indica pequeno crescimento vegetativo; um topo mais largo, indica grande expectativa de vida, o que nos leva a concluir que seja um país desenvolvido.
A análise das pirâmides etárias é de fundamental importância para os estudos de população.
No Brasil, temos verificado uma mudança na pirâmide etária, que tem alargado o topo, e estreitado a base. Essas mudanças decorrem em especial da urbanização do país, que mudou significativamente o modo de vida de grande parte dos brasileiros, principalmente com relação aos filhos, e também garantiu avanços fundamentais a nível médico-sanitário.
A Distribuição da População
1. A distribuição pelos espaços geográficos
2. A idade e o sexo da população
3. A tipologia étnica
A população da Terra não está distribuída igualmente em todas as partes do globo. Ao contrário, há excesso de gente em algumas regiões e falta em outras.
O relevo, o clima, a vegetação e os rios exercem influência sobre a distribuição dos grupos humanos.
As regiões facilmente ocupadas pelo homem são denominadas ecúmenas.
Aos vazios demográficos chamamos de regiões anecúmenas, isto é, de difícil ocupação humana.
As altas montanhas, as regiões polares e os desertos dificultam a ocupação humana, sendo bons exemplos de regiões anecúmenas.
Por outro lado, existem regiões na Terra, nas quais os homens se "acotovelam" por falta de espaço. É o caso do sul, do leste e do sudeste da Ásia, que reúnem mais da metade da população do globo. Por esse fato, essa região é considerada um "formigueiro humano".
1. A distribuição pelos espaços geográficos
Pela distribuição da população nos continentes, notamos que:
• A Ásia é o continente mais populoso, com quase 60% do total mundial;
• A Ásia é também, o continente mais povoado, com quase 80 hab/km2;
• A Oceania é o continente menos populoso e menos povoado;
• A Antártida é o continente não habitado (despovoado).
Com mais de 160 milhões de habitantes, o Brasil é:
• o quinto país mais populoso do mundo;
• o segundo país mais populoso do continente americano e de todo o hemisfério ocidental, superado apenas pelos Estados Unidos;
• o país mais populoso da América do Sul e de toda a América Latina.
A distribuição da população no Brasil é, também, bastante irregular:
• o Sudeste é a região mais populosa e a mais povoada;
• o Centro-Oeste é a região menos populosa;
• o Norte ou Amazônia é a região menos povoada.
Na distribuição da população pelos Estados, temos que:
• o Rio de Janeiro é o mais povoado, com quase 300 hab/km2;
• São Paulo é o mais populoso, com cerca de um quinto (20%) da população brasileira;
• Roraima é o menos populoso e o menos povoado, com menos de 1 hab/km2.
As Populações Rural e Urbana
Até 1960, predominava no Brasil a população rural. No recenseamento de 1970 já se constatou o predomínio da população urbana, com 56% do total nacional. À medida que um país se desenvolve industrialmente, a tendência geral é o abandono do campo em direção às cidades. O homem procura nos centros urbanos melhores condições de vida, conforto, salários e garantias. É o fenômeno do êxodo rural. Atualmente, 75% da população brasileira urbana, isto é, vive nas cidades. No estado do Rio de Janeiro, a população urbana é de 95%.
2. A idade e o sexo da população
Quanto à idade, a população está dividida em três grupos:
• Jovem, de 0 a 19 anos;
• Adulto, de 20 a 59 anos;
• Velho, ou senil, com 60 anos e mais. A força de trabalho de uma população está mas concentrada na idade adulta e se constitui na população ativa de um país.
Nos países desenvolvidos, em geral, predominam os adultos e os velhos. Nos países subdesenvolvidos e naqueles em fase de desenvolvimento, predomina a população jovem.
Em alguns países, como a França e a Inglaterra, há o predomínio dos adultos. Isso se deve ao baixo índice de natalidade e ao fato de que a média de vida é mais longa, alcançando mais de 70 anos. Os brasileiros possuem uma longevidade média de 64 anos, sendo de 62 anos para os homens e de 66 anos para as mulheres.
Quanto ao sexo, a população é composta por homens e mulheres.
Quanto aos números de homens e de mulheres é comum:
• haver um equilíbrio na idade jovem;
• predominarem as mulheres nas idades adulta e velha.
É que os homens, por razões diversas, vivem menos tempo que as mulheres, isto é, morrem geralmente antes. Em países de imigração, devido à entrada de mais trabalhadores, quase sempre predominam os homens. É o caso da Austrália e de alguns outros países. No Brasil, em cada grupo de 1 000 pessoas, existem 501 mulheres e 499 homens. A representação gráfica da idade e do sexo da população é feita através das pirâmides etárias. Nelas, as mulheres ficam sempre do lado direito, os jovens embaixo, os adultos no meio e os velhos em cima.
3. A Etinia
Por muito tempo, e ainda hoje, tem sido comum dividir a população nas raças branca, negra, amarela e mestiça. Essa distinção pela cor não é correta, pois entre um português moreno e um russo (eslavo) existem muitas diferenças, apesar de ambos serem brancos.
Hoje em dia, ao invés de se falar em raça, fala-se em etnia. Um dado grupo étnico possui semelhanças não só fisionômicas, mas também culturais.
A determinação do grupo étnico a que pertence uma pessoa não é tarefa fácil e não pode ser tomada apenas pela cor.
O povo brasileiro é composto etnicamente por brancos de origem européia, negros de origem africana, amarelos (indígenas e asiáticos) e mestiços. As diferenças de cor, de origem, têm sido problemas sérios em muitos países. Na África do Sul, onde numericamente predominam os negros, existia até 1991 uma violenta segregação racial, com exagerada discriminação social e econômica, denominada apartheid.
No Brasil, perante as nossas leis, todos os grupos étnicos constituem um só conjunto: a população brasileira. Recordar é saber:
• O Estado de maior população absoluta é São Paulo, o de maior densidade é o Rio de Janeiro.
• A população urbana predomina no Brasil desde 1970.
• São ecúmenas as regiões de fácil ocupação humana, sendo, por isso, habitadas permanentemente.
• São anecúmenas as regiões de difícil ocupação humana, como os desertos, as altas montanhas e as regiões polares.
• A Ásia é o continente mais populoso e mais povoado da Terra.
• A população brasileira está mais concentrada na Grande Região Sudeste.
• A segregação racial na África era denominada Apartheid.
• No Brasil todos os grupos étnicos são iguais perante a lei.
• A população ativa é composta sobretudo de adultos e homens.
• Na Austrália predominam, numericamente, os homens; no Brasil, as mulheres.
• Na pirâmide etária representamos à idade e o sexo de uma população.
• Os negros, os brancos, os amarelos e os mestiços são grupos étnicos, e não raças.

A indústria da comunicação no Brasil é extremamente concentrada. Embora a Constituição proíba a propriedade de jornais, emissoras de televisão e de rádio na mesma região por um mesmo grupo, na prática este é o modelo empresarial.
O caso mais eloqüente é o da Rede Globo, que possui a emissora de TV Globo, retransmitida em todo o país, a rádio CBN, a revista Época, o portal de Internet Globo.com, a provedora de TV a cabo Net e o jornal O Globo, com o qual Roberto Marinho iniciou suas operações.
Existem outros casos semelhantes em menor escala, como a Rede Brasil Sul de Telecomunicações, ou RBS, na região Sul. Esta possui a emissora RBS, diversas rádios (Gaúcha, Farroupilha, Atlântida, etc.), o jornal Zero Hora e o portal ClicRBS. A RBS é retransmissora da Globo na região Sul. Este sistema se reproduz em todas as regiões do país.
As tentativas de parlamentares e organizações civis para impor as leis constitucionais a estes grupos tradicionalmente fracassam.
O sistema de transportes brasileiro define-se basicamente por uma extensa matriz rodoviária, sendo também servido por um sistema limitado de transporte fluvial (apesar do numeroso sistema de bacias hidrográficas presentes no país), ferroviário e aéreo. O intuito de criar uma rede de transportes ligando todo o país nasceu com as democracias desenvolvimentistas, em especial as de Getúlio Vargas e Juscelino Kubitscheck. Àquela época, o símbolo da modernidade e do avanço em termos de transporte era o automóvel. Isso provocou uma especial atenção dos citados governantes na construção de estradas. Desde então, o Brasil tem sua malha viária baseada no transporte rodoviário.
Com uma rede rodoviária de cerca de 1,8 milhões de quilômetros, sendo 96.353 km de rodovias pavimentadas (2004), as estradas são as principais transportadoras de carga e de passageiros no tráfego brasileiro. Os primeiros investimentos na infraestrutura rodoviária deram-se na década de 1920, no governo de Washington Luís, sendo prosseguidos no governo Vargas e Gaspar Dutra. O Presidente Juscelino Kubitschek (1956-1961), que concebeu e construiu a capital Brasília, foi outro incentivador de rodovias. Kubitscheck foi responsável pela instalação de grandes fabricantes de automóveis no país (Volkswagen, Ford e General Motors chegaram ao Brasil durante seu governo) e um dos pontos utilizados para atraí-los era, evidentemente, o apoio à construção de rodovias. Hoje, o país tem instalados em seu território outros grandes fabricantes de automóveis, como Fiat, Renault, Peugeot, Citroën, Chrysler, Mercedes-Benz, Hyundai e Toyota. O Brasil é o sétimo mais importante país da indústria automobilística.
Existem cerca de 4 000 aeroportos e aeródromos no Brasil, sendo 721 com pistas pavimentadas, incluindo as áreas de desembarque. O país tem o segundo maior número de aeroportos em todo o mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. O Aeroporto Internacional de São Paulo, localizado nas proximidades de São Paulo, é o maior e mais movimentado aeroporto do país, grande parte dessa movimentação deve-se ao tráfego comercial e popular do país e ao fato de que o aeroporto liga São Paulo a praticamente todas as grandes cidades de todo o mundo. O Brasil tem 34 aeroportos internacionais e 2.464 aeroportos regionais.
O país possui uma extensa rede ferroviária de 28.857 km de extensão, a décima maior rede do mundo. Atualmente o governo brasileiro, diferentemente do passado, procura incentivar esse meio de transporte; um exemplo desse incentivo é o projeto do Trem de Alta Velocidade Rio-São Paulo, um trem-bala que vai ligar as duas principias metrópoles do país. Há 37 grandes portos no Brasil, dentre os quais o maior é o Porto de Santos. O país também possui 50.000 km de hidrovias.
Meios de transporte utilizados no Brasil
* Trem/Comboio
* Carro
* Ônibus/Autocarro/Microônibus
* Caminhão/Camião
* Bonde/Eléctrico
* Metrô/Metropolitano/trem
* Motocicleta/Motorizada
* Bicicleta
* Submarino
* Barca ou Balsa ou navio
* Hovercraft
* Jetski
* Canoa
* Lancha
* Góndola
* Transatlântico
* Barco
* Insufláveis
* Avião
* Helicóptero
* Balão
* Dirigível
* nave espacial
* auto giro

POPULAÇÃO MUNDIAL
4º BIMESTRE





















OLÁ PROFESSORA, GOSTARIA DE SABER SE PODERIA ENVIAR ESSAS IMAGENS RETRATANDO AS DESIGUALDADES SOCIAIS POR E-MAIL (FONSECA.NET@HOTMAIL.COM) ESTOU AJUDANDO MINHA MÃE NA ELABORAÇÃO DE UM TRABALHO E SERÁ DE MUITA VALIDADE ESSAS IMAGENS, MAS NÃO CONSIGO SALVAR PELO BLOG, OBRIGADO.
ResponderExcluiratt. Thiago Fonseca Salvador-Ba